Bem pessoal, este será o último post no Blogger. Estou com um novo blog, agora em novo endereço, domínio e hospedagem própria.
http://blog.eduardosouza.net
Aviso ainda que todos os posts anteriores foram chupinhados daqui, então, a fonte de consulta passa a ser o novo endereço, mesmo para posts antigos.
Agradeço a todos que perderam seu tempo lendo isto, ou os que ainda o lerão algum dia.
Pois bem, convido todos a conhecerem o sítio novo.
Até mais ver...
quinta-feira, agosto 09, 2007
quarta-feira, janeiro 24, 2007
Será a pirataria de música uma opção?
Este é um post meio revoltado. Mas o porquê da revolta? Vou me explicar.
Toda hora e em todos os lugares eu vejo campanhas contra a pirataria. "Compre Windows XP original", "Prestigie o artista, compre CD Original", etc, etc, etc. Eu até fiquei comovido com toda essa situação, pois não é justo você trabalhar pra desenvolver um projeto, querer cobrar por ele e ver que existem pessoas que não colaboraram com você praticamente te roubarem (por favor, não relacionar isso de maneira alguma com a idéia de Software livre, que é uma causa que eu apóio e eu posso discutir uma outra vez.).
Eu ando tentando adquirir produtos originais, seja musica, software e games. No ano passado (2006) comprei até que bastante software original para o padrão brasileiro. Se não me engano, foram 6 jogos originais (Burnout Legends e Untold Legends para PSP e SimCity 3000, Neverwinter Nights e 2 expansões). Some a tudo isso 3 cópias do Windows XP devidamente legalizadas que eu já possuía(um Home que veio junto com o meu computador HP em 2004 e 2 cópias Professionals advindas de programas como o MSND Academic Aliance).
E quanto aos outros programas. Bem, tenho optado por opções livres como o Linux e os softwares que já vem numa distribuição, como OpenOffice (Suíte Office), Eclipse (IDE de desenvolvimento), etc... E também com programas freeware, que tenho muitos.
Mas a questão toda não é sobre Software Livre X Software Proprietário, mas sim sobre Música!!! Apesar de haver uns 2 ou 3 gatos pingados que liberam a sua musica para qualquer um ouvir, sem exigir pagamento, de resto você sempre tem que pagar para escutar musica, mesmo que seja ouvindo rádio. E é agora que chego no ponto que queria.
Eu quero adquirir músicas de forma legal. Eu quero pagar royalties para as gravadoras e para os artistas, porque quero estar dentro da lei. Mas o que acontece é que simplesmente há um abuso gigantesco por parte das gravadoras e também por parte das lojas que vendem musica online no Brasil.
Tudo começou quando eu quis adquirir um álbum do Rammstein, uma banda alemã de rock industrial. E como eu tenho um mp3 player e um PSP, é muito mais prático adquirir música online porque eu posso transferir ela pros meus aparelhos e carregá-los para onde quiser.
Tentei comprar por lojas de fora, mas nenhuma delas o usuário brasileiro é bem-vindo (claro, somos sempre rejeitados). Então a minha aposta foi tentar alguma das lojas brasileiras. A primeira delas foi a Sonora, do Terra, mas infelizmente ela não tinha nenhum álbum disponível.
A segunda tentativa foi com na UOL Megastore. Tive mais sorte dessa vez, mas me espantei com o preço: R$ 38,00 pelo álbum Rosenrot com 11 músicas. Ou então pagar R$2,49 por CADA música. Não conseguir descobrir, mas o preço do álbum deve ser com certeza o CD, com capinha e encarte. Não pode, pode esse preço é demais.
Tentei no iMusica, o mesmo artista, o mesmo album. Preço R$ 34,90. Mais barato não? E continuam os mesmo R$ 2,50 por música. Mais ainda sim um absurdo.
Terceira tentativa: O MusiG. infelizmente, essa loja também não tinha discos da banda.
Então resolvi fazer o óbvio. Procurar o CD para venda. Para minha surpresa, o CD, com capinha e encarte foi encontrado por R$ 41,00 !!! Vejam que coisa.
Por uma diferença de R$ 3,00 (isso mesmo, 3 reais) eu poderia comprar um CD ao inves de comprar um album inteiro online, em que os vendedores não tem gasto algum, pois não gravam CDS, não tem encarte, não tem capa de plástico, NADA.
E depois ficam com aquele papo de "Não sejam bandidos, pague pela música". Aí eu pergunto: Como?
Primeiro que as ofertas são ridículas e a maioria dos sites de venda de musica ou tem pouco acervo ou o que têm é de artistas alternativos que quase ninguem nunca ouviu falar. E o pior, quando tem o artista que você deseja, o preço é abusivo. Ou alguém acha que pagar R$ 2,50 por UMA faixa de música é barato?
Só para lembrar, os americanos, que tem diversas opções, como iTunes, Rhapsody, Napster (sim, aquele mesmo que antes era o centro da pirataria), Zune Marketplace, entre muitos outros, pagam menos de um dolar por faixa, isso quando o artista é bem conhecido e a música é lançamento. Outros artistas e faixas costumam ser mais baratas.
Agora, com isso tudo, alguém pode me dizer por quê a dita "pirataria" no Brasil é grande? Será que somos todos bandidos utilizando as redes P2P como emule, bittorrent, Kazaa para benefício próprio, negando o direito de artistas terem o seu ganha pão? Ou será que nos faltam opções DECENTES de adquirir música de qualidade legalmente e a um preço justo?
Fica o questionamento e a minha revolta tanto com gravadoras como também com as lojas online brasileiras.
Toda hora e em todos os lugares eu vejo campanhas contra a pirataria. "Compre Windows XP original", "Prestigie o artista, compre CD Original", etc, etc, etc. Eu até fiquei comovido com toda essa situação, pois não é justo você trabalhar pra desenvolver um projeto, querer cobrar por ele e ver que existem pessoas que não colaboraram com você praticamente te roubarem (por favor, não relacionar isso de maneira alguma com a idéia de Software livre, que é uma causa que eu apóio e eu posso discutir uma outra vez.).
Eu ando tentando adquirir produtos originais, seja musica, software e games. No ano passado (2006) comprei até que bastante software original para o padrão brasileiro. Se não me engano, foram 6 jogos originais (Burnout Legends e Untold Legends para PSP e SimCity 3000, Neverwinter Nights e 2 expansões). Some a tudo isso 3 cópias do Windows XP devidamente legalizadas que eu já possuía(um Home que veio junto com o meu computador HP em 2004 e 2 cópias Professionals advindas de programas como o MSND Academic Aliance).
E quanto aos outros programas. Bem, tenho optado por opções livres como o Linux e os softwares que já vem numa distribuição, como OpenOffice (Suíte Office), Eclipse (IDE de desenvolvimento), etc... E também com programas freeware, que tenho muitos.
Mas a questão toda não é sobre Software Livre X Software Proprietário, mas sim sobre Música!!! Apesar de haver uns 2 ou 3 gatos pingados que liberam a sua musica para qualquer um ouvir, sem exigir pagamento, de resto você sempre tem que pagar para escutar musica, mesmo que seja ouvindo rádio. E é agora que chego no ponto que queria.
Eu quero adquirir músicas de forma legal. Eu quero pagar royalties para as gravadoras e para os artistas, porque quero estar dentro da lei. Mas o que acontece é que simplesmente há um abuso gigantesco por parte das gravadoras e também por parte das lojas que vendem musica online no Brasil.
Tudo começou quando eu quis adquirir um álbum do Rammstein, uma banda alemã de rock industrial. E como eu tenho um mp3 player e um PSP, é muito mais prático adquirir música online porque eu posso transferir ela pros meus aparelhos e carregá-los para onde quiser.
Tentei comprar por lojas de fora, mas nenhuma delas o usuário brasileiro é bem-vindo (claro, somos sempre rejeitados). Então a minha aposta foi tentar alguma das lojas brasileiras. A primeira delas foi a Sonora, do Terra, mas infelizmente ela não tinha nenhum álbum disponível.
A segunda tentativa foi com na UOL Megastore. Tive mais sorte dessa vez, mas me espantei com o preço: R$ 38,00 pelo álbum Rosenrot com 11 músicas. Ou então pagar R$2,49 por CADA música. Não conseguir descobrir, mas o preço do álbum deve ser com certeza o CD, com capinha e encarte. Não pode, pode esse preço é demais.
Tentei no iMusica, o mesmo artista, o mesmo album. Preço R$ 34,90. Mais barato não? E continuam os mesmo R$ 2,50 por música. Mais ainda sim um absurdo.
Terceira tentativa: O MusiG. infelizmente, essa loja também não tinha discos da banda.
Então resolvi fazer o óbvio. Procurar o CD para venda. Para minha surpresa, o CD, com capinha e encarte foi encontrado por R$ 41,00 !!! Vejam que coisa.
Por uma diferença de R$ 3,00 (isso mesmo, 3 reais) eu poderia comprar um CD ao inves de comprar um album inteiro online, em que os vendedores não tem gasto algum, pois não gravam CDS, não tem encarte, não tem capa de plástico, NADA.
E depois ficam com aquele papo de "Não sejam bandidos, pague pela música". Aí eu pergunto: Como?
Primeiro que as ofertas são ridículas e a maioria dos sites de venda de musica ou tem pouco acervo ou o que têm é de artistas alternativos que quase ninguem nunca ouviu falar. E o pior, quando tem o artista que você deseja, o preço é abusivo. Ou alguém acha que pagar R$ 2,50 por UMA faixa de música é barato?
Só para lembrar, os americanos, que tem diversas opções, como iTunes, Rhapsody, Napster (sim, aquele mesmo que antes era o centro da pirataria), Zune Marketplace, entre muitos outros, pagam menos de um dolar por faixa, isso quando o artista é bem conhecido e a música é lançamento. Outros artistas e faixas costumam ser mais baratas.
Agora, com isso tudo, alguém pode me dizer por quê a dita "pirataria" no Brasil é grande? Será que somos todos bandidos utilizando as redes P2P como emule, bittorrent, Kazaa para benefício próprio, negando o direito de artistas terem o seu ganha pão? Ou será que nos faltam opções DECENTES de adquirir música de qualidade legalmente e a um preço justo?
Fica o questionamento e a minha revolta tanto com gravadoras como também com as lojas online brasileiras.
quinta-feira, novembro 23, 2006
O começo da mudança
É. Tenho que admitir. Esse não foi um ano fácil. Tive que enfrentar muitas dificuldades, muitos desafios, encarar de frente vários problemas. Mas nisso tudo também há aprendizado. Mas não vou falar disso hoje. Posso deixar para uma retrospectiva no finalzinho do ano, quem sabe...
Uma coisa que eu tive bastante dificuldade esse ano foi conseguir me organizar. Aliás, me organizar nunca foi uma tarefa que eu dominasse. Eu SEMPRE tive dificuldades em organizar meu tempo, minhas coisas, minha vida em geral. Sempre foi tudo em cima da hora, meio desorganizado, sem planejamento. Não foi de todo ruim, pois algumas coisas só foram possíveis pelo fato justamente da não organização. Mas muita coisa deixei de aproveitar porque não soube me organizar.
Então, navegando à toa pela internet, entrei no site Efetividade.net, do Augusto Campos, o mesmo cara que mantêm o Br-Linux.org, site este que visito religiosamente todos os dias. :). Em algum momento da vida dele, ele, assim como eu, começou a sentir a necessidade de se organizar. E depois de conseguir fazer isso (ou parte disso), resolveu criar o Efetividade.net para transmitir as coisas que ele aprendeu. Pois bem, lendo o seu blog percebi que muitas das coisas que ele abordava eram inerentes à grande parte da população mundial eu diria. A questão de organizar o seu tempo e sua mente é necessário para o próprio tempo não te engula.
E foi lendo seus posts que encontrei a recomendação de um livro, chamado A arte de fazer acontecer, de autoria de David Allen, cujo título em inglês é Getting Things Done. David Allen é um consultor e dá treinamentos na área de administração. Ele diz que a nossa capacidade de sermos produtivos está diretamente ligada a nossa capacidade de relaxar. E estando com a mente clara e organizada, podemos liberar a nossa capacidade criativa e aumentar a nossa produtividade sem stress. Para isso, ele ensina diversas técnicas de administração de e-mails, papéis, demandas, projetos, etc, e o que envolve a organização de todos esses.

Bem, como base nisso tudo eu comprei o livro dele e vou começar a ler. Não só a ler, mas tentar aplicar a minha vida cotidiana alguns dos ensinamentos dele para que eu não fique eternamente escravo da minha desorganização. Pensei também em voltar a escrever ensse blog, relatando essa "estrada" que irei percorrer. O que melhorou na minha organização, o que talvez piorou, o que ficou na mesma... Prometo que vou tentar...
Bem, creio que a partir de agora eu possa ter mais assunto (e tempo) pra comentar mais coisas aqui.
Uma coisa que eu tive bastante dificuldade esse ano foi conseguir me organizar. Aliás, me organizar nunca foi uma tarefa que eu dominasse. Eu SEMPRE tive dificuldades em organizar meu tempo, minhas coisas, minha vida em geral. Sempre foi tudo em cima da hora, meio desorganizado, sem planejamento. Não foi de todo ruim, pois algumas coisas só foram possíveis pelo fato justamente da não organização. Mas muita coisa deixei de aproveitar porque não soube me organizar.
Então, navegando à toa pela internet, entrei no site Efetividade.net, do Augusto Campos, o mesmo cara que mantêm o Br-Linux.org, site este que visito religiosamente todos os dias. :). Em algum momento da vida dele, ele, assim como eu, começou a sentir a necessidade de se organizar. E depois de conseguir fazer isso (ou parte disso), resolveu criar o Efetividade.net para transmitir as coisas que ele aprendeu. Pois bem, lendo o seu blog percebi que muitas das coisas que ele abordava eram inerentes à grande parte da população mundial eu diria. A questão de organizar o seu tempo e sua mente é necessário para o próprio tempo não te engula.
E foi lendo seus posts que encontrei a recomendação de um livro, chamado A arte de fazer acontecer, de autoria de David Allen, cujo título em inglês é Getting Things Done. David Allen é um consultor e dá treinamentos na área de administração. Ele diz que a nossa capacidade de sermos produtivos está diretamente ligada a nossa capacidade de relaxar. E estando com a mente clara e organizada, podemos liberar a nossa capacidade criativa e aumentar a nossa produtividade sem stress. Para isso, ele ensina diversas técnicas de administração de e-mails, papéis, demandas, projetos, etc, e o que envolve a organização de todos esses.
Bem, como base nisso tudo eu comprei o livro dele e vou começar a ler. Não só a ler, mas tentar aplicar a minha vida cotidiana alguns dos ensinamentos dele para que eu não fique eternamente escravo da minha desorganização. Pensei também em voltar a escrever ensse blog, relatando essa "estrada" que irei percorrer. O que melhorou na minha organização, o que talvez piorou, o que ficou na mesma... Prometo que vou tentar...
Bem, creio que a partir de agora eu possa ter mais assunto (e tempo) pra comentar mais coisas aqui.
terça-feira, junho 13, 2006
Mais uma vez sozinho
Hoje foi mais uma daquelas ocasiões em que você preferiria estar com pessoas, e não sozinho, sentado em frente à TV assistindo a um jogo da Copa do Mundo. É um momento em que você poderia compartilhar alegria com outros, gritando e torcendo, gritando gol e xingando o juiz por causa daquela falta não marcada.
Acho que o pior momento desse ano foi passar o meu aniversário também sozinho, em que eu fui companhia de mim mesmo, em que eu comprei uma pizza meia calabresa e meia portuguesa, uma coca-cola e um bolinho, que cantei parabéns pra mim mesmo e assoprei velinhas fazendo meu pedido pra mais um ano que eu completava. Eu queria ter alguém em volta, compartilhando aqueles momentos comigo, mas não tinha ninguém. Não tinha família, não tinha amigos e não tinha namorada. A família e a namorada estavam longe, e os amigos... Amigos... taí uma coisa que eu sempre penso. Será que tenho amigos?
Há várias pessoas que considero amigos, mas será que eles se consideram meus amigos também? Será que algum deles se importa comigo? Eu me importo com eles. Eu tento puxar conversa, me fazer interessado... mas às vezes (quase sempre!) me sinto como o cara que só fica incomodando, atrapalhando o quê de importante eles talvez estejam fazendo. Mas tem horas que eu gostaria tanto de ficar um tempão jogando conversa fora com eles, falando de futilidades só pra passar o tempo. Não sabia que ia sentir tanta falta disso. Mas eu sinto.
Bem, hoje eu queria mesmo ter passado a tarde, assistindo o jogo, com meus amigos, torcendo, externando um sentimento que contagia todo o país. Mas eu estava só, com uma bacia de pipoca salgada e meio copo de café, com a tv no volume médio e torcendo solitário. E não tem graça nenhuma, parece que falta alguma coisa.
E domingo vai ser a mesma coisa... A mesma solidão de hoje, do meu aniversário, de todos esses dias que estou aqui. Dias que são sempre iguais, a mesma rotina de acordar, tomar banho, fazer café e tomar sozinho assistindo tv antes de sair de casa pra estudar. Daí voltar pra casa, almoçar sozinho vendo a tv e passar a tarde lendo, navegando ou fazendo sei lá o quê, sempre sem falar um "a" com ninguém. Se continuar assim, é bem capaz que eu me esqueça de como falar.
Ah... Mas porque eu estou reclamando? Talvez eu tenha escolhido esse caminho antes de voltar à vida na Terra. Ou talvez tenha escolhido outra coisa, e mudado de rumo no meio do caminho. Nunca vou saber. O negócio é que estou vivendo assim hoje. Mas eu acredito que isso possa ser uma prova, um jeito de Deus me testar e ver até onde agüento. E como bom taurino, mesmo não acreditando no tal do Zodíaco, a minha teimosia vai persistir e vou continuar até onde der, até eu olhar pra cima e dizer: "Ok cara, você venceu, daqui eu não passo. Está bom pra você?"
Chega de frases sem sentido e divagações sem nexo. Isso não importa, nunca importou e nunca importará para ninguém mesmo...
Acho que o pior momento desse ano foi passar o meu aniversário também sozinho, em que eu fui companhia de mim mesmo, em que eu comprei uma pizza meia calabresa e meia portuguesa, uma coca-cola e um bolinho, que cantei parabéns pra mim mesmo e assoprei velinhas fazendo meu pedido pra mais um ano que eu completava. Eu queria ter alguém em volta, compartilhando aqueles momentos comigo, mas não tinha ninguém. Não tinha família, não tinha amigos e não tinha namorada. A família e a namorada estavam longe, e os amigos... Amigos... taí uma coisa que eu sempre penso. Será que tenho amigos?
Há várias pessoas que considero amigos, mas será que eles se consideram meus amigos também? Será que algum deles se importa comigo? Eu me importo com eles. Eu tento puxar conversa, me fazer interessado... mas às vezes (quase sempre!) me sinto como o cara que só fica incomodando, atrapalhando o quê de importante eles talvez estejam fazendo. Mas tem horas que eu gostaria tanto de ficar um tempão jogando conversa fora com eles, falando de futilidades só pra passar o tempo. Não sabia que ia sentir tanta falta disso. Mas eu sinto.
Bem, hoje eu queria mesmo ter passado a tarde, assistindo o jogo, com meus amigos, torcendo, externando um sentimento que contagia todo o país. Mas eu estava só, com uma bacia de pipoca salgada e meio copo de café, com a tv no volume médio e torcendo solitário. E não tem graça nenhuma, parece que falta alguma coisa.
E domingo vai ser a mesma coisa... A mesma solidão de hoje, do meu aniversário, de todos esses dias que estou aqui. Dias que são sempre iguais, a mesma rotina de acordar, tomar banho, fazer café e tomar sozinho assistindo tv antes de sair de casa pra estudar. Daí voltar pra casa, almoçar sozinho vendo a tv e passar a tarde lendo, navegando ou fazendo sei lá o quê, sempre sem falar um "a" com ninguém. Se continuar assim, é bem capaz que eu me esqueça de como falar.
Ah... Mas porque eu estou reclamando? Talvez eu tenha escolhido esse caminho antes de voltar à vida na Terra. Ou talvez tenha escolhido outra coisa, e mudado de rumo no meio do caminho. Nunca vou saber. O negócio é que estou vivendo assim hoje. Mas eu acredito que isso possa ser uma prova, um jeito de Deus me testar e ver até onde agüento. E como bom taurino, mesmo não acreditando no tal do Zodíaco, a minha teimosia vai persistir e vou continuar até onde der, até eu olhar pra cima e dizer: "Ok cara, você venceu, daqui eu não passo. Está bom pra você?"
Chega de frases sem sentido e divagações sem nexo. Isso não importa, nunca importou e nunca importará para ninguém mesmo...
quarta-feira, junho 07, 2006
Ronaldinho: Eu gosto mesmo é de b***
Mercado de Trabalho
quarta-feira, maio 24, 2006
segunda-feira, maio 15, 2006
Medo da violência
Se você mora no Brasil ou mesmo fora do país deve ter tomado conhecimento do caos que tomou conta de São Paulo. Desde sexta-feira, 12/05, bandidos do Primeiro Comando da Capital (PCC) organizam ataques a postos policiais, onibus, estações de metrôs e agências bancárias. Muitos policiais mortos, cerca de 60 onibus queimados, a população aterrorizada e com medo de sair às ruas (como eu) e a polícia incapaz (e também com medo) de deter as ações de tais bandidos.
Mas por que eu escrevo isso? Vamos contar o que aconteceu:
Chego em São Paulo na segunda-feira, dia 15/05 de Campo Grande e, como todas as vezes que viajo pra lá, chego de madrugada, espero até o dia amanhecer num hotel, depois eu pego um metrô e um onibus pra voltar pra casa. Fiz isso normalmente, mas quando chego em casa e vou ler os e-mails e as notícias, vejo a situação em que estava a Capital. Nossa... se soubesse de antemão disso, com certeza teria pego um táxi e ido até em casa, nem que isso me custasse alguma grana a mais. Imagina ser rendido e forçado a descer de um ônibus por delinqüentes pra que eles possam atear fogo no veículo. Simplesmente sem explicação.
Onde foram parar nossa segurança e bem-estar? Se até os policiais estão com medo dos bandidos, o que será de nós, cidadãos comuns como eu e você, que sai de manhã pra estudar ou trabalhar e não sabe se será vítima de tais criminosos?
Bem, eu nunca gostei mesmo de São Paulo. Meus planos eram (ou ainda são, dependendo de como as coisas caminharem daqui pra frente) ficar aqui pra me formar no meu mestrado e trabalhar algum tempo pra juntar uma grana e ir morar num lugar mais calmo, mas não menos "desenvolvido", como Curitiba. Mas, digamos que essa situação torne-se freqüente ao longo dos próximos, 12, 18 meses... EU com certeza sacrificarei um emprego muito bom em São Paulo por algo menos vantajoso em algum outro lugar (até Campo Grande, se houver).
Acho que antes de pensarmos na nossa parte financeira, devemos nos preocupar com nosso bem-estar e segurança, antes de tudo...
Mas por que eu escrevo isso? Vamos contar o que aconteceu:
Chego em São Paulo na segunda-feira, dia 15/05 de Campo Grande e, como todas as vezes que viajo pra lá, chego de madrugada, espero até o dia amanhecer num hotel, depois eu pego um metrô e um onibus pra voltar pra casa. Fiz isso normalmente, mas quando chego em casa e vou ler os e-mails e as notícias, vejo a situação em que estava a Capital. Nossa... se soubesse de antemão disso, com certeza teria pego um táxi e ido até em casa, nem que isso me custasse alguma grana a mais. Imagina ser rendido e forçado a descer de um ônibus por delinqüentes pra que eles possam atear fogo no veículo. Simplesmente sem explicação.
Onde foram parar nossa segurança e bem-estar? Se até os policiais estão com medo dos bandidos, o que será de nós, cidadãos comuns como eu e você, que sai de manhã pra estudar ou trabalhar e não sabe se será vítima de tais criminosos?
Bem, eu nunca gostei mesmo de São Paulo. Meus planos eram (ou ainda são, dependendo de como as coisas caminharem daqui pra frente) ficar aqui pra me formar no meu mestrado e trabalhar algum tempo pra juntar uma grana e ir morar num lugar mais calmo, mas não menos "desenvolvido", como Curitiba. Mas, digamos que essa situação torne-se freqüente ao longo dos próximos, 12, 18 meses... EU com certeza sacrificarei um emprego muito bom em São Paulo por algo menos vantajoso em algum outro lugar (até Campo Grande, se houver).
Acho que antes de pensarmos na nossa parte financeira, devemos nos preocupar com nosso bem-estar e segurança, antes de tudo...
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Só ficou faltando uma esquina da "bonecas"
Claro, femenino porque vêm de fêmea, não é mesmo???